Varpe

Equipamentos de controle de peso dinâmico, inspeção por raio-X e detecção de metais

Quatro famílias de máquinas cobrem o controle de qualidade da linha de produção: pesagem dinâmica de 100% da produção, detecção de corpos estranhos por raio-X ou por campo eletromagnético, e as duas inspeções combinadas no mesmo chassi. Tudo fabricado e suportado no Brasil.

Qual família resolve o seu caso

A escolha começa pelo que a linha precisa controlar, não pelo equipamento. Peso declarado pede pesagem dinâmica; corpo estranho pede detecção, e o tipo de contaminante e a embalagem decidem entre detector de metais e raio-X. Quando as duas inspeções cabem no mesmo ponto da linha, o combinado economiza espaço e uma interface. A tabela resume a regra; a especificação final sai do teste com amostras reais.

Peso declarado na embalagem (metrologia legal, sobrepeso, subpeso)

Controladora de peso dinâmica

Pesa 100% da produção em movimento e rejeita fora da tolerância; o registro estatístico prova o lote na auditoria e o retorno para a dosadora reduz o sobrepeso.

Só metal, em embalagem não metalizada

Detector de metais

Campo eletromagnético multifrequência encontra ferrosos, não ferrosos e inox; é a inspeção de menor custo e sem fonte de radiação.

Vidro, pedra, osso, espinha, ou embalagem metalizada e lata

Inspeção por raio-X

Trabalha com densidade, não com condutividade: enxerga o que o detector de metais não alcança e não sofre interferência da embalagem metálica.

Peso e corpo estranho no mesmo ponto, com pouco espaço de linha

Solução combinada (COMBI DM ou COMBO RX)

Um chassi, uma interface e um ponto de rejeição para as duas inspeções, com registro unificado por lote e SKU.

Granel antes do envase (grãos, pós, líquidos bombeados)

Detector de queda livre ou de tubulação; raio-X para granel

Rejeita só o trecho de fluxo contaminado, sem parar o processo e antes de embalar.

Os quatro setores com página própria, alimentos e bebidas, agro, pescados e frigoríficos, químico, farmacêutico e cosmético e não alimentícios, mostram a mesma regra aplicada ao processo de cada um.

Perguntas frequentes

Qual a diferença entre controladora de peso dinâmica e balança industrial?

A balança industrial pesa parado: o operador coloca a amostra, espera estabilizar e lê o valor. Serve para conferência por amostragem. A controladora de peso dinâmica pesa em movimento, na própria esteira da linha, cada embalagem que passa, e aciona o rejeitador sozinha quando o peso sai da tolerância. É a diferença entre conferir uma embalagem a cada tantas e inspecionar 100% da produção sem parar a linha. Na prática isso muda três coisas: o sobrepeso deixa de ser invisível, porque cada grama acima do nominal aparece na estatística; o subpeso não chega ao cliente, porque a embalagem fora da tolerância é retirada antes da expedição; e a auditoria de metrologia legal recebe o histórico de pesagens do equipamento em vez da planilha de amostragem. As controladoras Varpe cobrem de 1 g a 100 kg e de 30 a 600 embalagens por minuto, conforme o modelo.

Detector de metais ou inspeção por raio-X: como escolher?

A pergunta que decide é o contaminante provável e a embalagem. Se o único risco é metal (fragmento de faca, parafuso, malha de peneira) e a embalagem não é metalizada, o detector de metais resolve com menor custo e sem fonte de radiação: o campo multifrequência encontra ferrosos, não ferrosos e inox. Se o risco inclui vidro, pedra, osso ou espinha, o detector de metais não enxerga nada disso, e a resposta é o raio-X, que trabalha com densidade. O raio-X também é a escolha quando a embalagem é metalizada ou lata, porque o filme metálico perturba o campo do detector inteiro. Nos dois casos a especificação final sai de um teste com amostras reais do produto, com o contaminante que preocupa e na velocidade da linha. O guia completo, com a tabela de comparação, está na página de soluções combinadas.

Os equipamentos são fabricados no Brasil?

Sim. A Varpe Brasil fabrica em Americana/SP desde 2006, com a engenharia que o grupo Varpe desenvolve desde 1983: controladoras de peso dinâmicas, sistemas de inspeção por raio-X e detectores de metais. Não é representação de marca estrangeira com montagem local. Para quem opera a linha, a diferença aparece em três momentos. Antes da venda, o engenheiro de aplicação testa com amostras reais do produto e confirma a especificação. Na entrega, o equipamento chega dimensionado para o produto e a linha do cliente, com os formatos configurados. E depois, a assistência técnica tem técnico e peça de reposição no país, sem fila de importação: célula de carga, correias, atuadores de rejeição e eletrônica de fabricante, dimensionadas para o equipamento. As fichas técnicas de cada modelo trazem os números do datasheet e ficam disponíveis em PDF nas páginas de produto.

O equipamento sai dimensionado para o meu produto ou é de catálogo?

Sai dimensionado. As famílias de catálogo definem a base (faixa de peso, velocidade, tecnologia de detecção, grau de proteção), mas a especificação final é feita a partir do produto do cliente. Para pedir um orçamento, o que a engenharia precisa saber é o produto e a embalagem, o peso nominal e a tolerância, a velocidade da linha em embalagens por minuto, o ambiente de operação (lavagem, temperatura, umidade) e, para inspeção de corpos estranhos, o contaminante que preocupa. Com amostras reais, o engenheiro de aplicação testa, escolhe o modelo, o rejeitador (empurrador, sopro, desvio, basculante) e a esteira de entrada, e retorna com a especificação antes do orçamento. Isso vale para as quatro famílias e é o motivo de os datasheets trazerem a ressalva de que precisão e peso mínimo dependem do formato do produto.

Quais setores a Varpe atende?

Qualquer linha que tenha peso declarado na embalagem ou risco de corpo estranho no produto. Os quatro setores com páginas próprias no site são alimentos e bebidas (de conservas em alta velocidade a biscoitos frágeis, com metrologia legal e HACCP), agro, pescados e frigoríficos (ambiente de lavagem, baixa temperatura, classificação por gramatura e detecção de osso e espinha por raio-X), químico, farmacêutico e cosmético (tolerâncias apertadas, detector de comprimidos na saída da compressora, rastreabilidade por lote) e não alimentícios em geral, onde houver peso declarado e inspeção automática a fazer. Cada página de setor lista as particularidades do processo e os modelos que resolvem cada uma. Se o seu setor não está na lista, o caminho é o mesmo: descreva o produto e a linha, e a engenharia dimensiona.

Descreva o produto. A engenharia da Varpe dimensiona a inspeção.

Produto, peso nominal, velocidade da linha e o contaminante que preocupa. Um engenheiro de aplicação testa com amostras reais e retorna com a especificação e o orçamento.

Atualizado em 29 de setembro de 2026 · Varpe Brasil · Americana/SP